Hipismo 25/02/2015 05:35

Promessa do hipismo potiguar pode competir por outro estado

Por admin

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Falta de patrocínio torna saída cada vez mais provável (Divulgação/Cedida)

Atleta ainda adolescente (13 anos), mas com grande potencial para se profissionalizar no esporte. Esta é a amazona potiguar Brunna Hosser, que pode deixar de disputar competições pelo seu estado de origem por falta de patrocínio e apoio. Por enquanto, ela ‘sobrevive’ no hipismo, graças ao incentivo incondicional da mãe, a empresária Luciana Cavalcante, e ao investimento de duas empresas paulistas: a Salto & Sela, fornecedora de equipamentos e materiais equestres, e a Hípica Morumbi, local de treino em Atibaia, interior de São Paulo.

Convidada pelo cavaleiro Fernando José de Assis Costa, proprietário da Hípica Morumbi, para compor a equipe ‪‎WFHorse Equestriam Team, Brunna já deu os primeiros passos para realizar o sonho de representar o Brasil numa Olimpíada: participou de uma clínica em janeiro, sob o comando e orientações de Fernando Costa, montando vários cavalos acostumados a saltar obstáculos acima de um metro, altura que Brunna saltava até o ano passado. “Agora faço parte do‪‎WFHorse Equestriam Team. Fernando vai me acompanhar de perto a cada três meses. Quero aprender muito com ele e não vou deixar essa oportunidade passar”.

Mas, para transformar o sonho em realidade, ela precisa de patrocínio. “Precisamos de dinheiro para viabilizar as viagens, transporte do cavalo, despesas do treinador e tratador, por exemplo”, explica a ‘mãe coruja’ e maior incentivadora, que não desanima nunca. “Estamos confiantes que tudo vai dar certo e Brunna vai dar grandes saltos mundo afora”, conclui Luciana, que não descarta a possibilidade de ver a filha competindo por outro Estado.

Mesmo sem patrocínio, Brunna diz que não vai desistir e já planeja um novo e grande salto para 2015: sair da categoria Pré-Mirim para a Mirim. Com treinos de alto rendimento em São Paulo e formando conjunto com um cavalo competitivo, a tendência é que Brunna já consiga participar de seletivas sul-americanas. “Comecei minha jornada para me tornar amazona profissional. A brincadeira acabou. Novo cavalo, muito aprendizado, muita estrada pela frente e pódios para conquistar”, revela, cheia de entusiasmo e confiante, a amazona potiguar.

Da Assessoria